Sexo no escuro

Lana estava entediada de sua vida pacata e sem emoção, meio nervosa, entra em um site de relacionamento. Lá ela conhece Rafael. Lana uma mulher na casa se seus 30 e poucos anos, linda, apesar de acreditar que está um pouco acima do seu peso. Com uma rotina desgastante de trabalho , só queria encontrar alguém pra conversar. Rafael também na casa de seus 30 e poucos anos, moreno de sorriso fácil, olhos marcante e porte atlético, recém separado em busca de mulheres e sexo fácil.

Ela se sentindo um pouco mal por não estar no padrão estético que julga interessante pra conquistar alguém, cria com um perfil falso com algumas fotos que encontrou na internet com nome de Raquel, mas em poucas conversas com Rafael se apaixona. Ele, levado pelo cuidado e atenção, também acaba se sentindo atraído.

Os dias passam e eles perdem horas e horas em longas conversas por telefone, conversas essas, que se tornam diárias. Ela mal consegue se concentrar durante o dia, ansiosa para ouvir sua voz. Isso dura dias, semanas e meses. Enquanto isso, as conversas vão evoluindo para assuntos mais picantes, quentes. A vontade e o desejo cada dia aumenta.

Ela o deseja mais que tudo, mas como se encontrar se ela não é a pessoa da foto pelo qual ele se apaixonou? Por isso, ela tenta ao máximo adiar esse encontro que ela tanto deseja. Mas ele insiste, insiste e persiste. Saber ser convincente, fazer carinha de cachorrinho abandonado, mesmo que pelo telefone.

Ela vendo que o perderia se não cedesse, faz uma proposta: de um encontro às escuras. Ele vendo que essa talvez seria a única forma de ter aquela mulher que ele tanto desejava, aceitou.

Ela marcou com ele a noite, em uma casa que tinha, mas estava desocupado esperando inquilino.

O dia chega. Ela por diversas vezes pensa em desistir, sumir, desaparecer, sei lá . . . bloquear ele, trocar de telefone, jogar o chip fora . . . e esquecer toda aquela loucura. Pois era realmente encontrar um desconhecido. Mas o sentimento o desejo e a vontade de estar perto fez com que ela fosse. Por medo de perder e nunca ter novamente a oportunidade de estar perto do amor da sua vida.

Ela se arrumou, se perfumou e colocou uma lingerie de renda super sexy para encontrar seu amado. Fechou todas as janelas para se esconder até da luz da lua. Deixou a porta aberta, e conforme o combinado, o esperou em um dos quartos da casa.

Rafael chegou e entrou. Também estava um pouco nervoso com a situação. Tentou bater o interruptor, meio por instinto. Não funcionou. Andou pela casa a passos lentos para não tropeçar em nada. Ouviu uma voz rouca e nervosa que vinha de um dos quartos. E sobre o comando de voz da mulher que o esperava ele foi até a porta do quarto, que estava trancada.

Ele pediu carinhosamente, pra que ela abrisse a porta e deixasse pelo menos que tocasse suas mãos. Ela abriu uma fresta com medo e com o coração a mil, como se fosse uma virgem em sua primeira noite de amor/…ele tocou suas mãos pela fresta da porta a beijou e sentiu seu perfume. A emoção tocava o coração dos dois. E não apenas no coração.

Com muita insistência e pedindo um beijo ela abriu a porta e deixou que ele entrasse. Não dava pra ver nada. Ela deixou que ele se aproximasse sem tocar seu corpo e deixou que ele a beijasse. Ele a tomou e a beijou com vontade com desejo, ela tremia de emoção de paixão de paixão com a intensidade do beijo. A quanto tempo ela não era beijada assim? Não teve tempo de recordar. Ele a beijava a pressionava contra a parede e tentava a todo custo passar suas mãos pelo corpo da mulher.

O que ela mais queria era abraçar ele o mais forte que pudesse, mas com medo o virou e o encostou na parede e levantou seus braços e pediu pra que ele ficasse quieto. Ela precisava estar no comando da situação para se sentir menos nervosa. Ou pelo menos acreditar que estava. E foi beijando sua boca, seu pescoço, descendo pelo seu corpo que estava tão trêmulo quanto o dela. Ele gemia ele sussurrava, ela chegou ate seu pênis, o lambeu, o chupou, colocou em sua boca e se deliciou como quem chupa em fruta madura. Ele levado pelo momento pelo encantamento, pelo desejo, gozou em poucos minutos.

Na ansia de retribuir e mesmo percebendo que tinha alguma coisa errada, se entregou à paixão do momento. A pegou e a deitou no chão frio daquele quarto vazio, tentando a todo custo tocar seu corpo. Seus seios, mais ela o segurava na tentativa errônea de que ele não percebesse que ela era outra pessoa. Ele a beijava, chupava seu pescoço e pedia que ela deixasse ela tocá-la.

Depois de muito tentar ele com sua força a segurou forte e disse ou vc deixa eu tirar ou vou fazer uma coisa que nunca fiz, e antes mesmo dela responder ela rasga de cima a baixo sua lingerie. Ela foi do medo ao êxtase em minutos, nunca um outro homem teve tamanha audácia. Sentiu imediatamente uma cachoeira entre as pernas.

Nisso ela já não era dona de seus sentidos, ele a segurava com uma mão e a prendia com o peso do seu corpo e com a outra mão. Percorria seu corpo e foi beijando seus seios, barriga e descendo até sua vagina e a chupa vorazmente. Com uns de seus dedos a penetra e nesse vai e vem de língua e dedos, ela se contorce ela geme, grita de prazer, prazer misturado com medo e com vontade de que aquele momento dure pra sempre.

Ela estava totalmente entregue e chega em êxtase a um orgasmo nunca vivido, Sem fôlego com as pernas trêmulas e totalmente elevada, como se estivesse flutuando, nem sentia o chão frio e duro debaixo de suas costas. Ela pede pra ele parar e ele não para. . . continua, ainda mais forte. Quanto mais ela pede pra parar mais ele a chupa com vontade e com gosto e ela chega ao segundo orgasmo mais intenso que o primeiro. Ela se contorce, e com a voz incomodada, fala: Chega! Ele cede. E ela o puxa pra cima dela o beija intensamente enquanto isso ele a penetra com vontade e com força e ela delira sentindo seu membro dentro dela. Nessa loucura de quem passou meses sonhando e se desejando eles chegam juntos ao ápice do prazer à dois. Ela simplesmente descansa sobre o peito de seu amor naquele quarto escuro, escutando a respiração e as batidas e daquele coração que desesperadamente ela desejava entrar…

Sobre o olhar dela. . . continua ou é um fim?